Duas vontades:
1. Falar de ciclos.
2. Não falar de ciclos.
1. Falar de ciclos porque são fundamentais. É no encerramento
de um e início de outro que temos a oportunidade de desfazermo-nos das roupagens
antigas e tecer vestes novas para a existência. Neles trocamos as cascas. Os ciclos
marcados, iniciados, encerrados, celebrados, nos tornam mais humanos. Os ciclos
nos renovam e nos impulsionam.
2. Não falar de ciclos porque cansa. Porque nunca se fala o
suficiente. Porque eles tocam o que há de mais profundo em nós, lá onde calamos. Porque eles não
podem ser dissecados pela linguagem conceitual que tudo quer determinar dentro
de normas racionais. Porque é mistério.
Essencial:
Perceber os ciclos e vivenciá-los.
Dica 1: Na natureza.
Dica 2: Na Liturgia (Obra divino-humana de transformação do
homem).
Obs. da dica1: Não quero adentrar as nuances dos ciclos
naturais. Contemplai-os!
Obs. da dica 2: A Liturgia essa semana fecha um ciclo e abre
outro: Encerra-se um Ano Litúrgico; Inicia-se um Novo Ano. Morremos para o ontem, renasceremos para o amanhã. Cristo é gerado em nós. É Advento, vinda, chegada, começo. Vivenciai-o!
OBS final.: Ciclos não são círculos, são espirais.
Fr. Leandro Nandi
Nenhum comentário:
Postar um comentário